Terra de CINFÃES, és tão velhinha
és tão linda, que não tens rival
Das demais tu és Rainha
És a mais linda de Portugal
Cravos que plantei na Primavera,
Juventude alegre e descuidada
Ó CINFÃES, Ó minha terra
Tu serás sempre a minha amada
CINFÃES, terra de magia,
Onde a alegria tem o seu lar
No Douro tens a primazia
Sem fantasia, pois não tens par!
Tuas casas tão velhinhas,
Todas branquinhas, são de encantar
Nos beirais, há andorinhas,
Que às tardinhas vêm repousar.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Portas de Montemuro

As ruínas da Muralha das Portas de Montemuro, em Parada de Ester (Castro Daire) é um sítio arqueológico considerado como Imóvel de Interesse Público.
No século XIII era já referido nas Inquirições de 1258. A estação arqueológica é partilhada por dois concelhos vizinhos: Castro Daire e Cinfães. Segundo alguns autores, o sítio atesta os escassos vestígios de um povoado fortificado da Idade do Ferro, que se pode considerar como fazendo parte da cultura castreja. O "castro" terá, depois, sido reutilizado pelos romanos e durante a Reconquista, por D. Afonso Henriques (note-se que alguns terrenos circundantes terão pertencido a Egas Moniz).
O termo Portas terá surgido oficialmente, pela primeira vez, no foral da vila de Bustelo, concedido no século XIII, sendo também designado como Muro das Portas ou, simplesmente Muro, pelos caçadores e pastores que passam pelo local e referir-se-á, talvez, à passagem de rebanhos transumantes da Serra da Estrela.
Existe uma capela perto do local, numa atitude típica de adopção pela religião cristã dos locais sagrados ou supostamente sagrados da época pagã.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
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